www.paodeforma.com

Tudo sobre VW pão de forma em português!

O último suspiro? Ou uma nova era?

www

paodeforma

com

A história da Volkswagen Kombi no Brasil, de 1957 até 2005… e para o futuro! Veja com atenção...

 

“O último suspiro” é o título do artigo reportagem publicado em 2 de Setembro de 2007 por Luís Perez na Interpress Motor do Brasil… e retrata a história da Pão de Forma no Brasil, onde é conhecida por Kombi:

 

 

 

 

 

 

                          Há 50 anos a primeira VW Kombi saía da linha da fábrica da via Anchieta.


A Kombi, primeiro veículo produzido pela Volkswagen do Brasil, completa 50 anos hoje. Em meio século ininterrupto de produção, em São Bernardo do Campo (SP), saíram de sua linha de montagem 1.427.933 unidades. Segundo a marca, o modelo nasceu na bossa nova, foi protagonista do movimento hippie dos anos 60, viveu os anos da ditadura, dos governos militares e assistiu à abertura, à redemocratização do país. "Travestida de pastelaria, correio, transporte escolar, lotação, entre outros, a Kombi sempre preservou os atributos de primeiro monovolume do Brasil e, certamente o melhor custo-benefício da categoria", diz nota enviada pela montadora.


Modelo muito requisitado até hoje pela sua relação custo-benefício, de janeiro a julho deste ano, suas vendas dividiram-se entre 61% para frotistas (empresas de médio e grande porte), 33% para varejo (pequenos empresários e compradores particulares), além de 6% a órgãos governamentais. Dentro do segmento de passageiros e carga, a Kombi responde por 53% das vendas. O comprador predominante de Kombi está nas classes B e C e tem entre 30 e 45 anos.


O nome Kombi vem do alemão "kombinationfahrzeug", que quer dizer "veículo combinado" (ou multiuso). Desenvolvido pelo holandês Ben Pon na década de 40, o projeto pretendia unir o confiável conjunto mecânico do Fusca com os atributos de um veículo de carga leve. A produção do modelo começou na Alemanha em 1950. O destaque era a carroçaria monobloco, a suspensão propositadamente reforçada e o motor traseiro, até pouco tempo refrigerado a ar.

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                         

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma versão mais moderna chegou em 1997 com o nome de Kombi Carat, apresentando novas soluções, como teto mais alto, porta lateral corrediça e sem a parede divisória atrás do banco dianteiro. No fim de 2005, a Kombi passou a ser equipada com motor 1.4 8V Total Flex arrefecido a água, da família EA-111 que já equipava os modelos Fox e Polo, que desenvolve de 78 cv (cavalos) a 80 cv, se equipado com gasolina e álcool, respectivamente.


"Cult", o modelo coleciona admiradores. O jornalista e historiador Heródoto Barbeiro, por exemplo, é um deles – ele tem uma Kombi convertida para GNV (gás natural veicular). Produzida na fábrica da via Anchieta, a linha da Kombi emprega 322 profissionais diretos, sendo 137 na montagem final e 185 na armação, além da pintura, que também aos demais modelos produzidos na unidade (Gol, Saveiro, Polo, Polo Sedan e Fox para exportação). Na versão atual disponível no mercado, a Standard, a Kombi custa R$ 41.230. Pela relação custo-benefício, essa “cinqüentona” não dá sinais de sair de linha tão cedo. Hoje são fabricadas 90 unidades por dia.

 

E em 2005 a VW Brasil edita uma versão especial para comemorar os 50 anos: “Perfeito para a sua vida.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas conheça toda a história da Pão de Forma no Brasil

 

Através do artigo publicado na íntegra na revista “Fusca & Cia”:

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                         Primeiro monovolume brasileiro ganhou motor Total Flex no final de 2005

No Brasil a Kombi foi lançada em meio às obras da fábrica, que seria inaugurada somente dois anos depois. Com um índice de nacionalização de 50% na época, a Kombi tinha motor de 1.200 cm³ de cilindrada. Menos de quatro anos mais tarde, chegou ao mercado o modelo seis portas nas versões Luxo e Standard, com câmbio sincronizado e índice de nacionalização ampliado para 95%. A versão picape veio em 1967, já com motor de 1.500 cm³ e sistema elétrico de 12 volts.


Em 1975, com uma nova reestilização, a Kombi passa a ser equipada com o motor 1.6 e, três anos mais tarde, ganha dupla carburação. O motor diesel 1.6 a água surgiu em 1981, mesmo ano do lançamento das versões furgão e picape com cabine dupla. No ano seguinte surge o modelo a álcool e em 1983 a Kombi apresenta um novo painel e volante, além da alavanca do freio de mão, que sai do assoalho e passa para debaixo do painel (bem mais funcional...".


As versões diesel e cabine dupla deixaram de ser produzidas em 1985, mas o veículo continuou incorporando itens de conforto, como cintos de segurança de três pontos, bancos dianteiros com encosto de cabeça, temporizador para o limpador de pára-brisa, entre outros. Em 1992 a Kombi ganhou conversores catalíticos de três vias, sistema servo-freio, incluindo discos na frente e válvulas moduladoras de pressão para as rodas traseiras.

 

 

 

 

 

 

                                                           A actual linha de montagem do modelo da VW: 90 unidades diariamente